Policiais do 33º Batalhão da Polícia Militar encontraram a vítima caída ao chão, em um lote onde há uma construção, com ferimentos na região da cabeça
Foto: Carolina Miranda
Policiais do 33º Batalhão da Polícia Militar encontraram a vítima caída ao chão, em um lote onde há uma construção, com ferimentos na região da cabeça
Foto: Carolina Miranda
Uma criança de 5 anos foi encontrada sem vida na manhã deste sábado (13/12), na região de Citrolândia. Ela e a mãe, de 41 anos, apontada como a principal suspeita, estavam desaparecidas desde a tarde da última sexta-feira (12/12).
Inicialmente, apenas a mãe da menina foi localizada. Segundo familiares, ela apresentava sinais de surto psicótico, com fala desconexa.
Posteriormente, a criança foi encontrada em um lote onde há uma construção. De acordo com o tenente Wesley Batista de Miranda, do 33º Batalhão da Polícia Militar (PM), o corpo estava caído ao chão, com ferimentos na região da cabeça.
Ainda conforme o tenente, havia grande quantidade de sangue próximo ao local, além de uma pedra e um pedaço de madeira, ambos com vestígios de sangue. A criança chegou a ser socorrida e encaminhada ao hospital mais próximo, na Colônia Santa Isabel, onde o óbito foi confirmado.
A Polícia Militar informou ainda que a mulher foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte, onde recebeu os primeiros atendimentos. Em seguida, foi encaminhada ao Centro de Referência em Saúde Mental (Cersam), onde permanece sob cuidados médicos.
A Polícia Técnica também foi acionada, e a perícia da Polícia Civil vai apurar as circunstâncias e as causas da morte.
A mãe da mulher, em entrevista à reportagem de O TEMPO Betim, relatou que a filha realiza tratamento psiquiátrico há cerca de 10 anos. Segundo ela, a suspeita teria sido atendida pelo Cersam na última sexta-feira (12/12), mas foi liberada, apesar de a família ter alertado que a mulher não fazia uso regular da medicação e que a criança estaria em risco.
A mulher morava com a vítima, outro filho e o marido, mas permanecia sozinha com a criança quando os homens saíam para trabalhar. A avó afirmou ainda que já tentou ficar com a neta para cuidar dela, porém a filha não permitia.