Ato foi organizado pelo motoclube Free Friends, presidido por Wanderlei Alessandro de Souza, um dos irmãos de Cleiton
Foto: Reprodução de redes sociais
Ato foi organizado pelo motoclube Free Friends, presidido por Wanderlei Alessandro de Souza, um dos irmãos de Cleiton
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O sepultamento de Cleiton José, morador de Betim que morreu em um acidente de trânsito no último sábado (13) na BR-381, foi marcado por uma emocionante homenagem. Na tarde desta segunda-feira (15), motociclistas de diversos motoclubes da cidade e da região acompanharam o cortejo até o cemitério Jardins Cemitério Parque, no bairro Açude, e buzinaram suas motos em solidariedade.
A despedida reuniu amigos, familiares e companheiros de estrada, que prestaram a última homenagem ao motociclista, irmão do vereador Kenin do G10 (DC). O ato foi organizado pelo motoclube Free Friends, presidido por Wanderlei Alessandro de Souza, o Deley Judoca, também irmão de Cleiton.
“Ele não fazia parte ainda, mas conhecia a turma e sabia quem éramos. O que fica de bom nisso tudo é a união de motoclubes. Todos os membros são tratados como irmãos. Fico feliz de ter reunido tantos nesse momento, inclusive de fora de Betim. Recebemos isso com muita gratidão”, contou Deley.
Segundo ele, a homenagem teve a participação de vários grupos, que se uniram para o ato coletivo de despedida. “Foi uma mesclagem de motoclubes, de Betim e de outras cidades. Vários prestaram essa homenagem”, destacou.
O irmão da vítima, o vereador Kenin do G10, contou ter achado a homenagem linda, justa e muito comovente. "Meu irmão gostava de moto. Já estava programando comprar um carro no final do ano, que ele falava que queria parar de andar de moto, já havia olhado o modelo. Estava com dinheiro para isso, mas, infelizmente, não deu tempo. Nós estamos lidando de uma forma muito difícil. Não há palavras para justificar o assassinato dele, porque a gente vê isso como um assassinato, porque o rapaz, o delinquente que estava na outra moto já tinha um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) pela policia, a moto dele havia sido apreendida em julho e o pai dele a liberou havia uma semana. Ele estava sem carteira, sem placa, sem habilitação. Poderia ter acertado outras pessoas. Pedimos a Deus que nos console e nos dê força porque é inexplicável isso tudo”, completou.