OCORRÊNCIA

Paciente quebra equipamentos em unidade de saúde e é preso em Betim

Caso foi registrado como dano ao patrimônio público em unidade do Cersam Centro, no bairro Filadélfia

Por Marcio Antunes

Publicado em 01 de março de 2026 | 13:58

 
 
Foi dada voz de prisão ao suspeito, que foi encaminhado ao Centro Integrado de Segurança Pública “Sete de Setembro” (Cisp Sete) Foi dada voz de prisão ao suspeito, que foi encaminhado ao Centro Integrado de Segurança Pública “Sete de Setembro” (Cisp Sete) Foto: Brandon Santos

Um homem foi preso após causar danos ao patrimônio público dentro de uma unidade de saúde mental em Betim, na tarde da última quinta-feira (26). O caso ocorreu no Cersam Centro, localizado no bairro Filadélfia.

De acordo com informações da Guarda Municipal de Betim, a equipe foi acionada por volta das 16h para atender a uma ocorrência de depredação no local. Ao chegarem, os agentes constataram que o autor, que aguardava atendimento, havia quebrado o vidro da porta de entrada, além de danificar um telefone e um computador da recepção.

Segundo relato do próprio suspeito, o ato teria sido motivado pelo nervosismo diante da demora no atendimento. A médica responsável pelo atendimento informou que o paciente apresentava pensamento organizado e consciência da realidade, descartando, naquele momento, um surto psicótico que justificasse ação. Ainda conforme avaliação clínica, foi apontado um comportamento impulsivo relacionado à necessidade de quebrar objetos.

Por outro lado, a acompanhante do homem afirmou que ele possui histórico de transtornos mentais e que não estava se sentindo bem no dia do ocorrido.

Após o episódio, o autor recebeu atendimento médico na própria unidade, incluindo curativos em um ferimento no pé causado por estilhaços de vidro. A perícia foi acionada e deve realizar a análise do caso por meio de registros fotográficos.

Após o ocorrido, foi dada voz de prisão ao suspeito, que foi encaminhado ao Centro Integrado de Segurança Pública “Sete de Setembro” (Cisp Sete) e, posteriormente, à delegacia de plantão. Segundo a corporação, não houve necessidade do uso de algemas, e todos os direitos do conduzido foram garantidos.