INFLUENZA

Vacinação contra a gripe em Betim é ampliada para toda população acima de 6 meses

Doses estão disponíveis nas 41 UBSs, das 8h às 17h, e no Centro de Referência em Especialidades Divino Braga, das 7h às 16h, e nos Vacimóveis 

Por O TEMPO

Publicado em 13 de maio de 2026 | 10:11

 
 
Desde o início da vacinação, em 25 de março de 2026, mais de 56,7 mil pessoas já foram imunizadas em Betim Desde o início da vacinação, em 25 de março de 2026, mais de 56,7 mil pessoas já foram imunizadas em Betim Foto: Vacinação

A partir desta quarta-feira (13/5), a vacina contra a gripe em Betim será ampliada para toda a população acima de 6 meses. A decisão segue orientação do governo estadual e tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal no município, especialmente neste período de maior circulação de vírus respiratórios.

As doses estão disponíveis nas 41 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 17h, e no Centro de Referência em Especialidades Divino Braga, das 7h às 16h. A imunização também continuará sendo realizada pelos dois Vacimóveis, que percorrem diferentes regiões da cidade para facilitar o acesso da população.

Segundo a prefeitura, Betim dispõe atualmente de 23,5 mil doses da vacina contra a influenza, quantidade considerada suficiente para atender à ampliação da campanha de forma organizada.

Desde o início da vacinação, em 25 de março de 2023, mais de 56,7 mil pessoas já foram imunizadas na cidade. A meta do município é imunizar mais de 93 mil moradores dos grupos prioritários.

Entre os públicos prioritários, a cobertura vacinal está em 22,69% entre as crianças, 44,67% entre os idosos e 35,58% entre as gestantes.

Mesmo com a liberação para toda a população, a Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância da vacinação dos grupos considerados mais vulneráveis. Fazem parte desse público crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas e idosos com 60 anos ou mais.

Também estão incluídas pessoas com doenças crônicas, deficiência permanente ou imunossupressão, além de profissionais da saúde, professores, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, profissionais dos Correios, trabalhadores portuários e integrantes das forças de segurança e salvamento.

A campanha também contempla povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, população privada de liberdade e adolescentes que cumprem medidas socioeducativas.