Homem preso é apontado como proprietário da empresa em Betim, responsável pelos veículos adulterados, e pelo galpão em Igarapé
Foto: PCMG/Divulgação
Homem preso é apontado como proprietário da empresa em Betim, responsável pelos veículos adulterados, e pelo galpão em Igarapé
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A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nessa terça-feira (26/5), um homem de 53 anos suspeito de integrar um esquema de desmanche clandestino e comercialização ilegal de peças automotivas na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A prisão ocorreu em Betim, durante a operação Mercado Oculto, que também cumpriu mandados de busca em um galpão em Igarapé.
O suspeito foi autuado em flagrante por receptação, adulteração de sinais identificadores de veículos e associação criminosa.
Segundo as investigações da 1ª Delegacia Especializada em Investigação a Furto e Roubo de Veículos Automotores, os dois imóveis, sendo um em Betim e outro em Igarapé, funcionavam de forma integrada dentro da estrutura criminosa. No galpão localizado em Igarapé, os policiais encontraram três veículos furtados sendo desmontados, além de quatro motores com registro de furto e diversas peças sem identificação.
Já em Betim, onde funcionava um comércio de peças usadas, os investigadores localizaram componentes compatíveis com os veículos apreendidos no galpão. A suspeita é de que o estabelecimento fosse utilizado para a venda das peças retiradas dos automóveis furtados.
Durante a operação, a equipe policial também identificou dois veículos estacionados no local com a mesma placa de identificação, situação que caracteriza adulteração de sinal identificador veicular. Conforme a Polícia Civil, os automóveis seriam usados no transporte das peças desmontadas para distribuição comercial.
O homem preso é apontado como proprietário da empresa em Betim, responsável pelos veículos adulterados, e pelo galpão em Igarapé. De acordo com a polícia, ele já responde a outros sete inquéritos pelos crimes de receptação e adulteração de sinais identificadores de veículos.
A Polícia Civil informou ainda que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso.