Gaiola comandou, por décadas, a tradicional Oficina do Gaiola, no Angola; ele deixa a esposa, três filhas e cinco netos
Foto: Arquivo da família
Gaiola comandou, por décadas, a tradicional Oficina do Gaiola, no Angola; ele deixa a esposa, três filhas e cinco netos
Foto: Arquivo da família
Morreu, nesta terça-feira (14/7), aos 61 anos, o mecânico Carlos Alberto dos Santos. Gaiola, como era conhecido, não resistiu aos ferimentos dos cinco tiros que levou em frente à casa onde morava, no Condomínio Saraiva, no bairro Quintas do Godoy. O suspeito do crime é um vizinho de 34 anos, aposentado como terceiro-sargento da Marinha e que teria esquizofrenia, conforme revelou uma irmã dele.
A reportagem de O TEMPO Betim esteve no local, conversou com sobrinhos da vítima e teve acesso às imagens das câmeras de segurança da casa de Gaiola, que mostram o momento em que ele foi atingido pelos tiros após descer do carro em frente à sua garagem, do lado de fora. O vizinho teria ido até o veículo, e os dois teriam iniciado uma discussão.
De acordo com relatos ouvidos pela reportagem no local, o próprio suspeito foi quem chamou a polícia após atirar em Gaiola. Ninguém soube dizer se havia alguma desavença entre os dois vizinhos nem a motivação do crime.
A vítima chegou a ser socorrida com vida e levada para o Hospital Regional, mas faleceu na unidade de saúde. Já o suspeito foi encaminhado para o 33º Batalhão da Polícia Militar.
Gaiola comandou, por décadas, a tradicional Oficina do Gaiola, no bairro Angola. Ele deixa a esposa, três filhas e cinco netos. Ainda não há informações sobre velório ou sepultamento.