Fastback é um dos modelos híbridos da Fiat
Foto: Marco Aurélio Neves/O Tempo
Fastback é um dos modelos híbridos da Fiat
Foto: Marco Aurélio Neves/O Tempo
Durante o evento de comemoração pelos 50 anos do Polo Automotivo da Fiat em Betim, o presidente da Stellantis para a América do Sul, Herlander Zola, destacou que a marca já tem capacidade para oferecer um veículo totalmente elétrico, híbrido pleno (HEV) ou plug-in (PHEV) nos próximos anos, se o grupo identificar que essa é uma necessidade do mercado automotivo brasileiro.
Zola destacou ainda que, a longevidade da Fiat no mercado nacional, deve-se sobretudo à sua capacidade de se adaptar às necessidades do consumidor brasileiro.
A Fiat está atenta à grande transformação que o setor automotivo vive atualmente, destacou Zola, e está aberta a se adaptar a novas realidades. "Não posso dizer quais são os lançamentos, nem quais são as tecnologias que a gente vai utilizar, mas o que eu posso dizer é que elas vão estar absolutamente alinhadas com aquilo que o mercado brasileiro pede. E se essa for uma necessidade, ter um veículo puramente elétrico, a Fiat vai ter", disse Zola.
Atualmente, a Fiat tem três modelos com tecnologia híbrida leve à venda no país, os SUVs Pulse e Fastback e a picape Toro. O vice-presidente sênior dos Centros Técnicos de Engenharia da Stellantis na América do Sul, Marcio Tonani, explicou que o grupo tem um time de desenvolvimento totalmente disponível e com competências desenvolvidas em Betim, que permite atender rapidamente as novas demandas do mercado.
Segundo Tonani, a Stellantis e a Fiat têm plataformas de automóveis preparadas para todas as linhas de eletrificação. A engenharia do Polo Automotivo de Betim tem um portfólio que pode ser aplicado com eficiência a partir do momento que o grupo decidir utilizar.
"Uma vez definido o mercado que a gente queira atuar, a gente tem condições de atender de maneira rápida e eficaz aquilo que a gente pode e que o mercado vai nos pedir. Temos plataformas desde o híbrido leve até o 100% elétrico disponíveis, sendo possíveis de ser aplicadas e 100% desenvolvidas aqui no Brasil também", disse.