INTERCÂMBIO

Comitiva de Macaé (RJ) visita Betim para conhecer a rede de assistência inclusiva do município

Grupo esteve na Casa do Autista e em outros locais para trocar experiências sobre políticas públicas de inclusão

Por Sara Lira

Publicado em 15 de setembro de 2026 | 13:01

 
 
Na Casa do Autista a comitiva recebeu uma homenagem da coordenadora-geral do espaço, Dryca Moreira Na Casa do Autista a comitiva recebeu uma homenagem da coordenadora-geral do espaço, Dryca Moreira Foto: Brandon Santos

Uma comitiva da Prefeitura de Macaé (RJ) visita Betim nesta terça-feira (15/9) para conhecer os serviços de atendimento a crianças e adolescentes autistas e com outras deficiências no município. O grupo começou o encontro pela Casa do Autista, no bairro Espírito Santo, onde são oferecidas terapias e apoio a pacientes de pessoas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus familiares.

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A coordenadora-geral de Políticas para Pessoas com Deficiência de Macaé, Caroline Mizurine, destacou que a recente inauguração da Escola Municipal Especializada Geny Carvalho Trindade, juntamente com o lançamento do programa Betim Inclusiva, motivaram a visita.

"Estamos aprendendo sobre o que é oferecido aqui e o que podemos implementar na nossa cidade, visto que Betim tem promovido uma política para pessoas com deficiência com muita exatidão e excelência", frisou a gestora.

Ela ainda mencionou a Clínica do Autista, órgão administrado pela Prefeitura de Macaé que oferece serviços terapêuticos ambulatoriais e atendimentos individualizados para pacientes com até 12 anos. O serviço, destacou Caroline, se assemelha ao ofertado na Casa do Autista de Betim.

"Fizemos um comparativo com o que conseguimos implementar na nossa cidade e trouxemos algumas ideias para Betim. É uma equiparação para que possamos evoluir com o atendimento para a pessoa com deficiência e para seus familiares", completou.

A presidente da Comunidade de Pais Atípicos de Minas Gerais, Taís Pereira, liderou a visita do grupo. "É importante tratarmos o indivíduo por inteiro e não colocá-los em cada departamento. Quando saímos daqui e buscamos por essa inclusão em parceria com poderes públicos de outros municípios, nós vemos que podemos sim fazer uma uma cidade equitativa e que a inclusão realmente venha a ser de vários braços", afirmou.

O grupo também visitou o Salão do Encontro, o Centro de Referência em Saúde Mental Infantojuvenil (Cersami) e, após o almoço, conhecerá a Escola Inclusiva.