Divino Inácio Severino, de 64 anos, vive há 19 anos em Angola, na província do Kwanza Sul, município da Quibala
Foto: Arquivo pessoal
Divino Inácio Severino, de 64 anos, vive há 19 anos em Angola, na província do Kwanza Sul, município da Quibala
Foto: Arquivo pessoal
As filhas de Divino Inácio Severino, de 64 anos, iniciaram uma campanha para arrecadar dinheiro e trazer o pai de volta ao Brasil. O homem vive há 19 anos em Angola, na província do Kwanza Sul, município da Quibala, e, segundo a família, está debilitado e sem condições de trabalhar. A intenção é que ele retorne ao país para buscar atendimento de saúde.
A família afirma que não consegue arcar com os custos da viagem e pede doações de qualquer valor. As contribuições podem ser feitas pela chave Pix 093.630.146-57, em nome de Simone Marçal Severino, da Caixa Econômica Federal.
Segundo Edna Marçal, de 42 anos, uma das três filhas de Divino que vivem no Brasil, o pai deixou o país há 19 anos para trabalhar em uma fazenda experimental. Ele teria sido levado para Angola por uma empresa brasileira, junto com outros trabalhadores, e permaneceu no país desde então.
Durante esse período, Divino construiu uma família em Angola e teve outros filhos. No entanto, há mais de cinco anos não consegue retornar ao Brasil para visitar as filhas que vivem aqui. O contato entre eles tem ocorrido principalmente por telefone e mensagens.
“Papai tem mais de cinco anos que a gente não vê. Ele está doente, muito doente, e a gente não sabe como ele está. A gente quer ver o pai da gente”, conta Edna.
De acordo com a filha, Divino enfrenta dificuldades financeiras e não consegue mais trabalhar. Ela relata que ele está com as pernas e os pés muito inchados e que já teve malária. A família também suspeita de outros problemas de saúde, mas não tem informações suficientes para confirmar um diagnóstico.
“Ele não está conseguindo sair porque está sem trabalhar, muito fraco, debilitado. A gente quer fazer essa vaquinha e ver se consegue trazer ele para cá, para fazer os tratamentos dele e se cuidar”, afirma Edna.
A família também pretende buscar informações sobre a possibilidade de aposentadoria de Divino no Brasil. Segundo Edna, o pai concordou com o retorno e pretende realizar o tratamento e resolver questões relacionadas à aposentadoria.
A ideia, conforme a filha, não é necessariamente romper os vínculos construídos por Divino em Angola. Caso se recupere e tenha condições, ele poderá retornar ao país onde viveu por quase duas décadas e onde também formou uma família.
As filhas Edna, Simone e Ariane Marçal Severino estão divulgando a campanha pelas redes sociais e também podem ser contatadas pelos perfis pessoais para informações sobre a mobilização.
A família reforça que qualquer valor pode ajudar nos custos para trazer Divino ao Brasil.
Chave Pix: 093.630.146-57
Titular: Simone Marçal Severino
Banco: Caixa Econômica Federal