LUGAR DE MULHER

Cavalgada marca Dia da Mulher com festa sertaneja e homenagem às amazonas em Betim

Quarta edição acontece em 8 de março, com percurso na cidade e encerramento da Cavalgada Dia de Rodeio com shows no bairro Açude

Por Marcio Antunes

Publicado em 19 de fevereiro de 2026 | 17:00

 
 
Evento está com inscrições abertas para ter acesso ao espaço onde acontecem os shows de encerramento Evento está com inscrições abertas para ter acesso ao espaço onde acontecem os shows de encerramento Foto: Pixabay

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a partir das 10h, terá um cenário diferente em Betim neste ano: sela, chapéu e música sertaneja. A 4ª edição da Cavalgada Dia de Rodeio está Ingressos antecipados no valor de R$20 mais taxas (primeiro lote), garantindo o acesso ao espaço de eventos onde acontecerá o encerramento com shows ao vivo. Cavaleiros e amazonas montados em seus animais não pagarão a entrada. O trajeto da cavalgada ainda está sendo definido pela organização e deve ser divulgado nos próximos dias. Apesar do nome, os organizadores reforçam que não haverá rodeio.

Segundo Jefferson Prates, um dos organizadores, a edição deste ano ganha um significado especial ao homenagear as mulheres. “A Cavalgada Dia de Rodeio, nesta 4ª edição, chega com essa homenagem às mulheres, elas que desde a primeira edição são a maioria do público da festa, que dão a beleza e aquele toque feminino no meio dos peões. A cavalgada é sempre muito aguardada, muito organizada e com boa estrutura”, afirmou Prates.

O encerramento será realizado no Rancho CP, localizado na Rua dos Bambus, 130, no bairro Açude, onde o público poderá acompanhar apresentações de Patrick e Rafael, Willian e Wesley, Sabrina Emily, Luciana Borges, Marcio Jr., Suellen Martins, Vitinho Piseiro e DJ Vini. Entre as atrações, a cantora Suellen Martins, moradora de Juatuba, destaca a emoção de participar pela primeira vez de uma cavalgada em Betim — justamente em uma edição dedicada às mulheres.

“Pra mim é uma alegria que nem cabe no peito. Eu fui criada nesse meio, desde criança vivo o country, as cavalgadas, as festas… isso faz parte de quem eu sou. Então estar hoje representando essa cultura no palco é um privilégio enorme. Mesmo sendo um ambiente muito masculinizado, eu sempre vi a força das mulheres ali, firmes e batalhadoras. Cantar em um evento que homenageia essa força é muito especial pra mim. É sobre honrar minhas raízes, valorizar a força das mulheres e mostrar que a gente pode ocupar qualquer espaço”, completa.