Encontros ocorrerão entre 1º de outubro e 26 de novembro, sempre às quintas-feiras, das 19h às 21h, na Casa da Cultura
Foto: Carolina Miranda
Encontros ocorrerão entre 1º de outubro e 26 de novembro, sempre às quintas-feiras, das 19h às 21h, na Casa da Cultura
Foto: Carolina Miranda
As inscrições para o Projeto Agentes da Memória foram abertas nessa segunda-feira (17/8) em Betim e seguirão até 20 de setembro. Os interessados em participar da capacitação para identificar, valorizar e difundir histórias, memórias e referências culturais dos diferentes territórios da cidade devem preencher um formulário online disponível no site da prefeitura. São ofertadas 30 vagas.
A formação acontecerá entre 1º de outubro e 26 de novembro, sempre às quintas-feiras, das 19h às 21h, na Casa da Cultura Josephina Bento (avenida Padre Osório Braga, 18, no Centro). Nesse período, serão realizados encontros teóricos e atividades práticas.
A iniciativa de educação patrimonial é voltada à valorização da história, da memória e do patrimônio cultural do município. A proposta é formar cidadãos para atuar em seus próprios territórios como multiplicadores do conhecimento sobre a história e o patrimônio cultural de Betim.
Durante a capacitação, os participantes terão contato com os conceitos de patrimônio cultural material e imaterial e conhecerão os principais bens culturais do município. Os encontros vão contemplar educação patrimonial, mediação, história oral e metodologias de reconhecimento do território.
De acordo com a administração municipal, a capacitação terá ainda um eixo dedicado à atuação dos agentes da memória, com apresentação de métodos para identificação, escuta e registro das referências culturais locais. O objetivo é preparar os participantes para reconhecer as referências culturais presentes no cotidiano das comunidades e contribuir para que essas histórias e memórias sejam preservadas e compartilhadas.
O Projeto Agentes da Memória abriu inscrições no Dia Nacional do Patrimônio Histórico e Cultural. A data marca o nascimento do historiador e jornalista mineiro Rodrigo Melo Franco de Andrade, em 1898, reconhecido por sua atuação fundamental na consolidação das políticas de preservação do patrimônio cultural no Brasil.