Esportista iniciou no jiu-jítsu com apenas 11 anos
Foto: Carolina Miranda
Esportista iniciou no jiu-jítsu com apenas 11 anos
Foto: Carolina Miranda
“Estou preparado fisicamente, psicologicamente e pronto para dar um show”. Com essas palavras, o lutador Adam Paquetá, de Betim, fala sobre a estreia pelo LFA 241 (Legacy Fighting Alliance), uma organização de artes marciais considerada porta de entrada para o UFC. O atleta da categoria peso-galo (até 61,2 kg) entra no octógono nesta sexta-feira (11), no ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte. O adversário será João Vitor Pereira, de Belo Horizonte. A luta do betinense integra o card preliminar do evento, que conta com os brasileiros Vinicius Pires e Rafael Pereira como luta principal na disputa pelo cinturão do peso-galo.
Motivado para a primeira participação em um evento grande de artes marciais, o esportista lembra o início da trajetória e o foco no principal objetivo. “Eu comecei bem novo, eu tinha apenas 11 anos, em um projeto social de jiu-jítsu e fui me desenvolvendo e, hoje, estou aqui lutando profissionalmente. Minha preparação para esta luta foi muito intensa, com bastante treino e uma dieta alinhada para chegar na luta 100%”, diz Paquetá.
Sobre a luta, o técnico e proprietário da Flávio Baiano Team, Flávio dos Santos, busca uma vitória rápida. “Eu espero finalização no primeiro round. O Adam está com a gente há uns 7 anos e é um atleta muito duro, um cara bem competitivo e esperamos uma vitória rápida”, pontua.
Inspiração
Flávio dos Santos aproveita para lembrar de um nome importante que teve passagem pelo espaço no bairro Dom Bosco e hoje é exemplo para outros atletas. “O Ryan Gandra saiu daqui, desde a sua segunda luta no MMA amador até umas cinco das profissionais, inclusive, uma delas pelo LFA, ele estava na nossa academia”, destaca o treinador.
Paquetá também destaca a importância da trajetória de Gandra e de outros nomes da modalidade. “Ryan Gandra, que está hoje no UFC, é uma inspiração pra gente, além de outros grandes atletas, como Charles do Bronx. Eles começaram de baixo, como a gente e, hoje, alcançaram o sonho do UFC”, finaliza.