
Após ver várias empresas conquistarem excelentes resultados através da internet, você finalmente se conformou de que não tem jeito: precisa começar a criar conteúdos para fortalecer sua marca.
A partir daí, começou a procurar referências de outras empreendedoras e se deparou com vídeos super produzidos, com roteiros excelentes e com uma qualidade de cinema, como se tivessem sido feitos por IA (e alguns realmente foram).
Então, o nervosismo e a insegurança voltaram a tomar conta, fazendo com que você pensasse “como meu vídeo feito em casa vai competir com essas superproduções?”.
Porém, como você também sabe que precisa investir na produção de conteúdo, decidiu que só começaria quando estivesse pronta para entregar uma produção de alta qualidade. Assim, fez uma longa lista de itens, com câmera certa, luz perfeita e um roteiro digno de comover qualquer pessoa…
O problema é que, diferente das outras empresas, você ainda não tem capital suficiente para investir nessa superprodução. E como seu negócio tem outras prioridades, a produção de conteúdos acaba sendo jogada para o último lugar da lista. Quando você menos percebe, meses se passaram que nenhum vídeo foi gravado.
Mas posso te contar um segredo? O consumidor está saturado de conteúdo super produzido!
As contas que gravam vídeos usando a câmera do celular, com uma parede branca no fundo, estão vendendo mais do que os conteúdos gravados em estúdio profissional.
Isso acontece, principalmente, por conta da proliferação de conteúdo gerado por IA. Como a tecnologia entrega a perfeição, o público está justamente migrando para vídeos nos quais tem certeza de que a presença humana é real. Ou seja, naqueles que não são perfeitos.
Essa mudança de preferência dos consumidores gira a chave do jogo, pois agora você, pequena empreendedora, consegue competir frente a frente com grandes empresas. Afinal, você é uma pessoa real, não um algoritmo.
Inclusive, essa tendência foi batizada por relatórios internacionais de “anti-cheatification” e representa uma espécie de retorno à simplicidade. Lembra daqueles vídeos caseiros, em que a pessoa só contava suas experiências pessoais? É justamente esse tipo de conteúdo que está em alta novamente!
Contudo, esses conteúdos precisam ser relevantes e se conectarem com seu público, ok? O ponto em questão não se trata da qualidade do que está sendo dito, mas de toda a produção por trás daquele vídeo.
Se você estava buscando pelo “momento perfeito”, quero que jogue fora aquela lista com mil itens para “começar a gravar conteúdo”, sente em frente ao seu computador e comece a rascunhar sobre o que você tem a dizer e seu público quer ouvir.
Caso contrário, você vai acabar sendo passada para trás pelos demais pequenos empreendedores que já investem nas redes sociais. Por exemplo, só em Minas Gerais, 71% dos pequenos negócios utilizam as redes sociais, aplicativos ou internet para vender seus produtos ou serviços, segundo a 9ª edição da pesquisa Pulso dos Pequenos Negócios.
Nem preciso dizer que a produção de conteúdo gera bons resultados, pois os dados dizem isso sozinhos, veja só:
- Marketing de conteúdo custa até 62% menos que marketing tradicional e gera três vezes mais leads (DemandMetric);
- 51% dos profissionais de marketing afirmam que o marketing de conteúdo é a melhor maneira de atrair e reter clientes (HubSpot)
47% dos compradores visualizam de 3 a 5 peças de conteúdo - antes de entrar em contato com um representante de vendas. (Demand Gen Report)
Já pensou sobre o que quer falar? Agora, é só reservar um momento em sua agenda e começar a gravar. Quando você menos perceber, estará se comunicando perfeitamente com seus clientes (e vendo sua marca crescer ainda mais)!