Edna Santos, Cristina Resende, Jessika Alves e Fernando Bragança
Foto: Flávio Tavares/O TEMPO e Arquivo Pessoal
Edna Santos, Cristina Resende, Jessika Alves e Fernando Bragança
Foto: Flávio Tavares/O TEMPO e Arquivo Pessoal
O que move um conglomerado de mais de 30 empresas, presente em mais de 50 cidades, em todas as regiões brasileiras, e com cinco décadas de história? A infraestrutura e a tecnologia são parte da resposta, é claro. Mas é o trabalho de mais de 9.000 colaboradores que sustenta verdadeiramente o Grupo SADA.
Diariamente, são pessoas que movimentam negócios nas áreas de transporte e logística, fundição, produção de etanol e distribuição de combustíveis, componentes automotivos, reflorestamento, comunicação, esporte, terceiro setor e concessionárias de veículos de passeio e de carga.
São histórias como a da especialista administrativa Cristina Resende, que, de seus 58 anos, 30 foram vividos no grupo, e a do analista de suprimentos Fernando Moreira Bragança, de 34 anos, que ingressou na empresa há apenas 11 meses.
Mesmo com tempos de trabalho tão distintos, os dois são unânimes em dizer que se sentem em casa no Grupo SADA. “Tenho um orgulho e uma gratidão enormes em dizer que faço parte desse grupo”, afiança Cristina, em conversa por telefone, segurando as lágrimas.
“O Grupo SADA tem a maior riqueza que uma empresa pode ter: gente de verdade. Gente que ensina, que ajuda, que cresce junto”, orgulha-se, por sua vez, Fernando.
Cristina ingressou na Sempre Editora, uma das mais de 30 empresas do grupo, em 1996. Na época, trabalhava com a equipe de marketing do jornal O TEMPO, que acabara de estrear nas bancas. Onze anos depois, foi a vez de alçar novos voos na SADA Transportes, “momento em que atendeu diferentes empresas do grupo”.
Em 2009, foi novamente transferida, desta vez para a Deva Veículos, empresa para a qual trabalha desde então. “Comecei no segmento de jornal e, depois, passei para o de transporte. Mais tarde, fui para uma concessionária. Consegui me adaptar a cada mudança, sempre com muito apoio. Os valores do Grupo SADA são muito próximos daqueles com os quais fui criada”, celebra.
Nesse ínterim, ficou grávida de sua filha, hoje com 20 anos, momento em que sentiu ainda mais o apoio do grupo. “Sempre recebi um cuidado muito grande, que me permitiu conciliar a maternidade com o trabalho”, agradece.
Fernando reforça que o sentimento de pertencimento surgiu logo nos primeiros dias. “Mesmo estando na empresa há 11 meses, já me sinto privileged por fazer parte dessa história de 50 anos”, comenta o analista de suprimentos júnior, morador de Contagem e lotado na unidade de Betim.
“Aprendo com a gerência a ter visão e responsabilidade, com a coordenação a organizar e liderar com cuidado, com os especialistas os detalhes técnicos e, principalmente, com os colegas, na troca, no apoio e no 'vamos juntos'”, salienta.
Desenvolvimento caminha ao lado do cuidado com profissional
Os jornalistas Virgínia Caetano de Araújo Costa e Luiz Otávio Barbosa Araújo Santos, lotados na Sempre Editora e colaboradores do grupo há pouco mais de um ano, compartilham essa energia.
Ambos com 23 anos e melhores amigos ainda antes de ingressarem em O TEMPO, os dois se surpreenderam com o ambiente que encontraram, em que desenvolvimento profissional caminha ao lado do cuidado com as pessoas. Luiz Otávio chegou em maio de 2025.
“Houve um cuidado genuíno em me apresentar a empresa como um todo”, conta ele, que trabalhou oito meses na equipe de redes sociais e hoje integra o time de reportagem.
Ao saber de uma vaga, convidou a amiga Virgínia para participar do processo de seleção. Em julho de 2025, a jornalista iniciou a trajetória em redes sociais e, hoje, atua na redação como produtora do programa Interessa.
Para ela, o principal diferencial está na valorização das pessoas. “Aqui a gente consegue experimentar muita coisa, aprender, crescer e até descobrir habilidades que nem sabia que tinha”.
Coordenadora de apoio à redação, Edna Santos de Sousa, de 75 anos, é a personificação da transformação vivida pelo Grupo SADA. Com 30 anos de carteira assinada, ela participou da formação da primeira equipe do jornal, acompanhou as transformações da redação e viu diversas gerações de jornalistas. Tornou-se, ela própria, uma figura icônica da redação.
Ao refletir sobre a trajetória, resume sua permanência em duas palavras: “respeito e resiliência”. “O que fica é a lembrança das pessoas e de tudo o que construímos juntos”, pondera.
Carreiras são construídas dentro do Grupo SADA
O impacto do Grupo SADA vai além dos seus colaboradores diretos. Só por meio das escolinhas e projetos esportivos mantidos pela Associação Social e Esportiva SADA, mais de 6.000 crianças e jovens aprendem vôlei atualmente.
“Por meio de inúmeras escolinhas de esporte que atuam em parceria com o SADA Vôlei, nós estamos contribuindo para levar o esporte para muito além das grandes disputas”, afirma a gerente financeira Leila Ribeiro. Vinda do interior de Goiás, ela ingressou na empresa ainda no terceiro período da faculdade de administração, nos anos 2000, e se tornou uma das primeiras mulheres a ocupar um cargo de gerência no grupo.
Na SADA Reflorestamento, em Sete Lagoas, Jessika Alves de Oliveira, de 35 anos, é outro exemplo de investimento nas pessoas. Contratada em 2013 como auxiliar de serviços agrícolas, hoje ela é assistente administrativa. “Tenho orgulho de dizer que minha carreira foi construída dentro do grupo”.