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Ato
\r\nPela manhã, grupos de tanqueiros se reuniram próximo à Regap, na BR–381, após anúncio de greve do Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Sindtanque-MG). Não houve bloqueio de rodovias. 

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“Em protesto contra o ICMS dos combustíveis em Minas e os altos custos dos combustíveis praticados pela Petrobras, dois caixões, simbolizando a ‘morte do frete’, foram colocados na entrada da BR Distribuidora”, informou o sindicato. Não há data prevista para o fim do movimento.

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O Minas Petro informou que, se a paralisação dos tanqueiros durasse mais de 24 horas, o abastecimento seria seriamente afetado. 

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O governo de Minas afirmou que os últimos reajustes nos valores dos combustíveis devem-se à política de preços praticada pela Petrobras, e não ao ICMS, imposto estadual.

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Proposta 

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O governo federal propôs auxílio diesel de R$ 400 aos caminhoneiros autônomos, nesta quinta-feira (21). A medida seria para tentar evitar uma possível greve geral dos caminhoneiros, marcada para a 1º de novembro. Mas, em resposta, o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, mais conhecido como Chorão, afirmou que os R$ 400 não atendem as demandas dos caminhoneiros, que o valor é insuficiente frente ao diesel custando, em média, R$ 4,80, e que, portanto, a greve programada para o dia 1º de novembro está mantida.

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Impacto

Postos de Betim registram filas, e alguns já não têm combustível

Motoristas correram para abastecer após tanqueiros anunciarem greve nesta quinta (21). Preço da gasolina também subiu com alta procura

Publicado em 21 de outubro de 2021 | 23:00

 
 
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A greve dos transportadores de combustível e derivados de petróleo por causa do ICMS e o baixo preço do frete, iniciada nessa quinta (21), já causou impactos. Em Betim, vários postos já não tinham gasolina durante a tarde e à noite. Em alguns locais da região Central, grandes filas foram registradas por causa da corrida de motoristas em busca de combustível.

Outro impacto da paralisação foi no preço. O litro da gasolina comum era vendido por até R$ 6,69, e a aditivada, por R$ 6,79. O menor valor encontrado foi R$ 6,47. Antes da paralisação, o preço médio estava em R$ 6,38.

“Os caminhoneiros estão sofrendo com preço baixo do frete e aumento do diesel. O que eu não entendo é que é só anunciarem a paralisação que os postos já aumentam o preço. Paguei R$ 0,20 a mais do que na segunda-feira. E, na semana passada, houve outro reajuste”, reclamou o motorista de aplicativo Eduardo Brito.

Ato
Pela manhã, grupos de tanqueiros se reuniram próximo à Regap, na BR–381, após anúncio de greve do Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Sindtanque-MG). Não houve bloqueio de rodovias. 

“Em protesto contra o ICMS dos combustíveis em Minas e os altos custos dos combustíveis praticados pela Petrobras, dois caixões, simbolizando a ‘morte do frete’, foram colocados na entrada da BR Distribuidora”, informou o sindicato. Não há data prevista para o fim do movimento.

O Minas Petro informou que, se a paralisação dos tanqueiros durasse mais de 24 horas, o abastecimento seria seriamente afetado. 

O governo de Minas afirmou que os últimos reajustes nos valores dos combustíveis devem-se à política de preços praticada pela Petrobras, e não ao ICMS, imposto estadual.

Proposta 

O governo federal propôs auxílio diesel de R$ 400 aos caminhoneiros autônomos, nesta quinta-feira (21). A medida seria para tentar evitar uma possível greve geral dos caminhoneiros, marcada para a 1º de novembro. Mas, em resposta, o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, mais conhecido como Chorão, afirmou que os R$ 400 não atendem as demandas dos caminhoneiros, que o valor é insuficiente frente ao diesel custando, em média, R$ 4,80, e que, portanto, a greve programada para o dia 1º de novembro está mantida.