Médicos afirmam que não há mais nada a ser feito para reverter o quadro de Maria Geralda
Foto: Arquivo pessoal
Médicos afirmam que não há mais nada a ser feito para reverter o quadro de Maria Geralda
Foto: Arquivo pessoal
A família da cantineira Maria Geralda da Silva Amaral, de 58 anos, criou uma vaquinha online para conseguir arcar com os custos do tratamento paliativo dela. Moradora do Alto das Flores, em Betim, na região metropolitana de BH, e funcionária antiga da Escola Municipal Mário Marcos Cordeiro Tupynambá, no mesmo bairro, Maria Geralda teve um aneurisma há cerca de cinco meses e está em estado vegetativo na Santa Casa, em BH. Na próxima semana, ela deverá receber alta e vai precisar de uma série de cuidados em casa.
Para conseguirem arcar com as despesas, as filhas têm feito rifas e pedido ajuda na internet. A meta, agora, é arrecadar R$ 30 mil – vale ressaltar que 7% do valor recebido vai para a plataforma da vaquinha. “Ela vai precisar ter em casa a mesma estrutura que tem no hospital: cama hospitalar, sonda gástrica, fralda geriátrica, fisioterapia”, elenca Camila Amaral, filha do meio de Maria Geralda.
Ela conta que precisou sair do emprego para cuidar da mãe e da irmã mais velha, que é especial. “O quadro da minha mãe é irreversível. Na medicina, não há mais o que se fazer”, lamenta Camila.
As doações para os cuidados com Maria Geralda podem ser feitas pelo site vakinhas.